Estudou Teatro no Instituto de Artes Cênicas (INDAC) SP e Belas Artes na UFRJ.
Trabalhos em Teatro
PRÊMIO
“O Arquiteto e o Imperador da Assíria”
texto: Fernando Arrabal; direção: Magno Azevedo
Melhor Atriz, Festival de Niterói-RJ
Em 1999 fundou, junto com Liliane Rovaris, a Cia. as duas, no Rio de Janeiro, onde participa da criação, elaboração, produção e como atriz de todos os seus espetáculos:
Em 2010 atuou e coordenou a produção do espetáculo “Dezenove não é Vinte” de Marcelo Mello. No início de 2007 a Cia. As duas estreou o espetáculo “Arranha-céu”, peça escrita pela Cia. e inspirada em Beckett e Gógol, estreou no Espaço Sesc de Copacabana com direção de Marcelo Mello e instalação sonora de Ricardo Cutz.
Em 2005 a Cia. realizou “O que se acumula dentro do coração”, peça inspirada no teatro japonês de bonecos “bunraku” e no cineasta Takeshi Kitano. O espetáculo, com texto original escrito por Luisa Friese e Liliane Rovaris, foi dirigido por Marcelo Mello e com instalação sonora e música original de Ricardo Cutz. Estreou no Espaço Sesc de Copacabana, seguindo para o teatro Villa-Lobos (sala Arnaldo Niskier) no Rio de Janeiro. Em 2006 “ O que se acumula dentro do coração” estreou em São Paulo no Sesc da Avenida Paulista.
Em 2004, a Cia. As duas criou o espetáculo “Dois expressos e uma parada” a partir de contos húngaros, traduzidos por Paulo Rónai, os quais adaptou para o teatro. Com direção de Tracy Segal, “ Dois expressos e uma parada” estreou no Espaço Sesc de Copacabana e seguiu para o Teatro Maria Clara Machado e Café Pequeno do Leblon, todos no Rio de Janeiro. O espetáculo participou, em 2006, do projeto “Viagem Teatral” do SESI-SP, apresentando-se nas cidades do interior de São Paulo: Santos, Osasco, Marília, Biriguí, Rio Claro, Piracicaba, Araraquara, Santo André, Mauá, Sorocaba e Franca. Em 2007 “ Dois expressos e uma parada” se apresentou no Sesc de Campos- RJ. Em 1999 a Cia. estreou o seu primeiro trabalho chamado “Primeiro Tempo”, peça inspirada em “Persona” de Ingmar Bergman, na Casa de Cultura Margarida Rey-RJ.
À parte da Cia as duas, Luisa Friese trabalhou como atriz nos espetáculos:
“25″ (2011), texto: Ismar Thirelli; direção: Robert Litig, Brasília – Espaço Cena-DF e Espaço SESC-RJ
“Ponto de Fuga” (2010); texto e direção: Rodrigo Nogueira, Rio de Janeiro
“Dezenove não é Vinte” (2010); texto e direção: Marcelo Mello, Petrópolis-RJ
“Senhorita Júlia” de Strindberg, dirigido pelo alemão Ole Erdmann, estrou no Teatro Maria Clara Machado seguindo para Niterói no Teatro da UFF- RJ- 2009;
“Entropia”, Zona 8, de Rodrigo Nogueira que estreou no CCBB- RJ-2008 e em “Elogio da Loucura” de Erasmo de Rotterdã, também no CCBB-RJ-2003, ambos dirigidos por Marcelo Mello.
Produziu e trabalhou como atriz no espetáculo “Azul Metálico”, Zona 8, direção de Marcelo Mello, estreou no Espaço Sesc Copacabana em 2009.
Com o grupo Piollin da Paraíba e sob a direção de Haroldo Rego, participou como atriz da peça “A Gaivota (alguns rascunhos)” no Palco Giratório do Sesc de 2008, substituindo a atriz Ana Luisa Camino.
Trabalhou também como atriz e produtora na Cia. Circo de Estudos Dramáticos dirigida por Caco Coelho, nos espetáculos “A Mentira” de Nelson Rodrigues ao lado de Denise Del Vecchio e Nuno Leal Maia, que estreou no Fluminense F.C. em 2006 e na tragédia grega “As Fenícias” de Eurípedes com Giulia Gamm, no Teatro Oficina em São Paulo-2002 e no Museu da República no Rio de Janeiro em 2001.
Integrou o processo coletivo, sob coordenação de Roberto Alvim da obra teatral “(sem título)”, apresentada no Centro de Arte Hélio Oiticica-RJ-1998 e da performance “Ação Zero” apresentada no Largo da Carioca.
CINEMA
Longa-Metragem : “ 180º ” (2009)
direção : Duda Vaisman; personagem: Bia
Média-Metragem: “Pelo Seu Bem” (2009)
direção: José Eduardo Pachá e Érica Modesto
Curta-Metragem: “Copacabana” (2010)
direção: José Eduardo Pachá e Érica Modesto
TELEVISÃO
Novela: “Insensato Coração” de Gilberto Braga e Ricardo Linhares
Personagem: Marisa – Rede Globo (2011)
Série: “Bicicleta e Melancia” de Rodrigo Nogueira
Personagem: Lúcia – Multishow (2010)
VÍDEO
Criação da videoinstalação “Impermanência” (2010), fotografia e montagem: Fernando Coimbra, Oi Futuro; “Canoas” (2010), fotografia e montagem: Fernando Coimbra, 29ª Bienal de São Paulo