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Tracy Segal

Dirigiu os espetáculos Primeiro Tempo
e Dois Expressos e uma parada na Cia. As duas.

Como atriz participou dos espetáculos Sonho de uma Noite de Verão
sob a direção de Paulo Reis, A Terceira Geração com o diretor Ole Erdman,
A Porta Giratória com texto e direção de Julia Spadaccini,
A Almanjarra de Artur Azevedo com direção de Rogério Barros e

Morte e Vida Severina com direção de Luis Fernando Lobo,
peça que estreou no Castelo de São Jorge em Lisboa.
Sob a direção de Moacir Chaves atuou em Fausto de Goethe.

Na TVE apresenta o programa 100% Brasil, além de ter participado,
como atriz, em vários comerciais nas redes nacional e internacional.

Atuou também em diversos longa metragens, o último sendo
Sambando nas Brasa, Morô? direção de Elizeu Ewald.

Atualmente é também professora de teatro do curso de formação de ator
do Grupo Nós do Morro.

Luisa Friese

luisa-friese.jpgEstudou Teatro no Instituto de Artes Cênicas (INDAC) SP e Belas Artes na UFRJ.

Trabalhos em Teatro

PRÊMIO

“O Arquiteto e o Imperador da Assíria”

texto: Fernando Arrabal; direção: Magno Azevedo

Melhor Atriz, Festival de Niterói-RJ

Em 1999 fundou, junto com Liliane Rovaris, a Cia. as duas, no Rio de Janeiro, onde participa da criação, elaboração, produção e como atriz de todos os seus espetáculos:

Em 2010 atuou e coordenou a produção do espetáculo “Dezenove não é Vinte” de Marcelo Mello. No início de 2007 a Cia. As duas estreou o espetáculo “Arranha-céu”, peça escrita pela Cia. e inspirada em Beckett e Gógol, estreou no Espaço Sesc de Copacabana com direção de Marcelo Mello e instalação sonora de Ricardo Cutz.

Em 2005 a Cia. realizou “O que se acumula dentro do coração”, peça inspirada no teatro japonês de bonecos “bunraku” e no cineasta Takeshi Kitano. O espetáculo, com texto original escrito por Luisa Friese e Liliane Rovaris, foi dirigido por Marcelo Mello e com instalação sonora e música original de Ricardo Cutz. Estreou no Espaço Sesc de Copacabana, seguindo para o teatro Villa-Lobos (sala Arnaldo Niskier) no Rio de Janeiro. Em 2006 “ O que se acumula dentro do coração” estreou em São Paulo no Sesc da Avenida Paulista.

Em 2004, a Cia. As duas criou o espetáculo “Dois expressos e uma parada” a partir de contos húngaros, traduzidos por Paulo Rónai, os quais adaptou para o teatro. Com direção de Tracy Segal, “ Dois expressos e uma parada” estreou no Espaço Sesc de Copacabana e seguiu para o Teatro Maria Clara Machado e Café Pequeno do Leblon, todos no Rio de Janeiro. O espetáculo participou, em 2006, do projeto “Viagem Teatral” do SESI-SP, apresentando-se nas cidades do interior de São Paulo: Santos, Osasco, Marília, Biriguí, Rio Claro, Piracicaba, Araraquara, Santo André, Mauá, Sorocaba e Franca. Em 2007 “ Dois expressos e uma parada” se apresentou no Sesc de Campos- RJ. Em 1999 a Cia. estreou o seu primeiro trabalho chamado “Primeiro Tempo”, peça inspirada em “Persona” de Ingmar Bergman, na Casa de Cultura Margarida Rey-RJ.

À parte da Cia as duas, Luisa Friese trabalhou como atriz nos espetáculos:

“25″ (2011), texto: Ismar Thirelli; direção: Robert Litig, Brasília – Espaço Cena-DF e Espaço SESC-RJ

“Ponto de Fuga” (2010); texto e direção: Rodrigo Nogueira, Rio de Janeiro

“Dezenove não é Vinte” (2010); texto e direção: Marcelo Mello, Petrópolis-RJ

“Senhorita Júlia” de Strindberg, dirigido pelo alemão Ole Erdmann, estrou no Teatro Maria Clara Machado seguindo para Niterói no Teatro da UFF- RJ- 2009;

“Entropia”, Zona 8, de Rodrigo Nogueira que estreou no CCBB- RJ-2008 e em “Elogio da Loucura” de Erasmo de Rotterdã, também no CCBB-RJ-2003, ambos dirigidos por Marcelo Mello.

Produziu e trabalhou como atriz no espetáculo “Azul Metálico”, Zona 8, direção de Marcelo Mello, estreou no Espaço Sesc Copacabana em 2009.

Com o grupo Piollin da Paraíba e sob a direção de Haroldo Rego, participou como atriz da peça “A Gaivota (alguns rascunhos)” no Palco Giratório do Sesc de 2008, substituindo a atriz Ana Luisa Camino.

Trabalhou também como atriz e produtora na Cia. Circo de Estudos Dramáticos dirigida por Caco Coelho, nos espetáculos “A Mentira” de Nelson Rodrigues ao lado de Denise Del Vecchio e Nuno Leal Maia, que estreou no Fluminense F.C. em 2006 e na tragédia grega “As Fenícias” de Eurípedes com Giulia Gamm, no Teatro Oficina em São Paulo-2002 e no Museu da República no Rio de Janeiro em 2001.

Integrou o processo coletivo, sob coordenação de Roberto Alvim da obra teatral “(sem título)”, apresentada no Centro de Arte Hélio Oiticica-RJ-1998 e da performance “Ação Zero” apresentada no Largo da Carioca.

CINEMA

Longa-Metragem : “ 180º ” (2009)

direção : Duda Vaisman;  personagem: Bia

Média-Metragem: “Pelo Seu Bem” (2009)

direção: José Eduardo Pachá e Érica Modesto

Curta-Metragem: “Copacabana” (2010)

direção: José Eduardo Pachá e Érica Modesto

TELEVISÃO

Novela: “Insensato Coração” de Gilberto Braga e Ricardo Linhares

Personagem: Marisa – Rede Globo (2011)

Série: “Bicicleta e Melancia” de Rodrigo Nogueira

Personagem: Lúcia – Multishow (2010)

VÍDEO

Criação da videoinstalação “Impermanência” (2010), fotografia e montagem: Fernando Coimbra, Oi Futuro; “Canoas” (2010), fotografia e montagem: Fernando Coimbra, 29ª Bienal de São Paulo

Liliane Rovaris

Atriz e fundadora da cia. As duas, participou da criação,
elaboração e como atriz de todos os seus espetáculos.
Escreveu os textos das peças Primeiro Tempo,
O que se acumula dentro do coração e Arranha-céu .

Com Marcelo Mello na direção atuou também nas peças Entropia
de Rodrigo Nogueira em Elogio da Loucura de Erasmo de Rotterdã

e em Meninos do Mangue de Roger Mello.

Na formatura como atriz, pela Cal, atuou na montagem de Graal,
retrato de um artista quando jovem
com direção de Gerald Thomas.

Participou do CPT (centro de pesquisa teatral), durante seis meses em São Paulo
e lá atuou em Fragmentos Troianos, espetáculo dirigido por Antunes Filho.

Como atriz também fez Trainspotting , peça vencedora do prêmio Shell
na categoria melhor direção para Luis Furlanetto ,
Laranja Mecânica com direção de Paulo Afonso de Lima
e As filhas de Bette D., escrita por Camilo Pellegrini.
Fez assistência de direção de Jaqueline Laurence na peça Indecência Clamorosa
de Moyses Kaufmann.

Sob a direção de Roberto Alvim atuou em (sem título), obra apresentada no
Centro Cultural Hélio Oiticica.

Ricardo Cutz

Artista sonoro, na cia. As duas compôs a trilha de Dois Expressos e uma Parada
e criou as instalações-cenário de
O que se acumula dentro do coração e Arranha-céu .

Já colaborou com diretores e coreográfos como
Zé Celso Martinez Corrêa em Cacilda!, Boca de Ouro, Ela, Os Sertões;
Com Roberto Alvim em Mundo Pânico, Todas as Paisagens Possíveis, Carne Pele Sangue e Ossos,
Às vezes é precio um punhal para atravessar o caminho, Qualquer espécie de Salvação e com Débora Colker em Laços (cia sociedade Masculina).

Atua como mixador de filmes já tendo trabalhado com Andrucha Wadington, José Henrique Fonseca, Mateus Nastergale e Fernando Coimbra.

Participante do grupo Hapax, produziu instalações, esculturas, álbums e participou de diversos festivais e mostras de arte e músia eletrônica.