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Dezenove Não é Vinte

Dezenove não é Vinte apresenta uma viagem fantástica no tempo. Uma mulher do século XIX é convidada por Albert Einstein para conhecer o futuro e suas maravilhas. Viajando num raio de luz, eles desembarcam no século XXI e conhecem uma mulher atual, com a qual fazem uma retrospectiva dos inventos, personalidades e fatos históricos do século XX. Dezenove não é Vinte, em sua primeira temporada, recebeu espectadores de todas as idades, em particular crianças, adolescentes e educadores, e chamou a atenção do público notadamente pelo conteúdo pedagógico apresentado em forma de aventura. A peça estreou em outubro de 2010 no Teatro Afonso Arinos do Centro de Cultura Raul de Leoni, Petropolis.

Arranha Céu

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A partir de uma novela de Samuel Beckett e de um conto de Nicolai Gogol, as atrizes Liliane Rovaris e Luisa Friese e o diretor Marcelo Mello escreveram “Arranha-céu”, texto inédito, quarto espetáculo da companhia.

Apesar de ambientada em um cemitério, “Arranha-céu” não é uma peça sobre os mortos, mas sim sobre os vivos, seus sonhos, suas pequenas ambições, suas mentiras e a necessidade de encontrar soluções para suas vidas.

“Arranha-céu” estreou em fevereiro de 2007 no Espaço Sesc de Copacabana- RJ.

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O que se acumula dentro do coração

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Inspirada na obra do cineasta Takeshi Kitano (autor de Dolls e Hana-Bi) e nos temas centrais do teatro de bonecos japonês bunraku, a peça traz em si a tragédia decorrente do embate entre sentimentos humanos naturais e as convenções sociais.

Estruturada através de cinco personagens que vivem três histórias diferentes, cotidianas e atemporais, que em determinado momento se entrelaçam, a peça traz uma reflexão sobre as escolhas que fazemos no decorrer de nossas vidas e sobre o que é fundamentalmente humano e eterno em cada alma: a capacidade de amar.

“O que se acumula dentro do coração” estreou em maio de 2005 no Espaço Sesc de Copacabana, seguindo temporada no Teatro Villa-Lobos (III), RJ. Em outubro de 2006 estreou no Sesc da Avenida Paulista, SP.

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Dois Expressos e Uma Parada

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O espetáculo é uma adaptação de três contos húngaros: O farmacêutico e ele, Aventura Búlgara e Amor sem Esperança.
A peça permeia uma atmosfera de humor sutil, revelando mistérios que nos rodeiam desde sempre e que nunca percebemos.

“Dois Expressos e uma Parada” estreou em junho de 2004 no Espaço Sesc de Copacabana, , seguindo temporada no Teatro Maria Clara Machado e no Teatro Café Pequeno do Leblon, RJ. Foi convidado no início de 2006 para participar da “Viagem Teatral” do Sesi pelo interior de São Paulo, se apresentando em 11 cidades.

Em 2007 Sesc Campos- RJ

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